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CNDT

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Em cumprimento à Lei nº 12.440/2011 e à Resolução Administrativa TST nº 1470/2011, a Justiça do Trabalho emite a Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas – CNDT, documento indispensável à participação em licitações públicas a partir 4 de janeiro de 2012.

A Certidão será negativa, quando não houver débitos trabalhistas em nome do pesquisado; será positiva, quando houver débitos trabalhistas em nome do pesquisado; e será positiva com efeito de negativa, quando os débitos trabalhistas em nome do pesquisado estiverem garantidos por penhora ou com a exigibilidade suspensa.

A Certidão é nacional, tem validade de 180 dias e apresenta a situação da pessoa jurídica pesquisada em relação a todos os seus estabelecimentos, agências ou filiais.

Sua expedição é eletrônica e gratuita, encontrando-se disponível em todos os portais da Justiça do Trabalho (Tribunal Superior do Trabalho, Conselho Superior da Justiça do Trabalho e Tribunais Regionais do Trabalho).

A fim de garantir a sua autenticidade, as certidões expedidas podem ser validadas neste mesmo Portal.

As certidões emitidas no período de 15/12/2011 à 03/01/2012 são provisórias, precárias e não tem validade legal, visando a possibilitar que as empresas tenham ciência prévia da sua situação no Banco Nacional de Devedores Trabalhistas – BNDT.

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Tecnologia para Gestão de RH

Tecnologia para Gestão de RHNão foi isto que solicitamos. O sistema está muito lento. O relatório que pedimos não é bem assim. Não consigo obter informações sobre treinamentos por mês, somente por ano. Onde estão os dados históricos de há 5 anos? Nosso fornecedor de sistemas faliu, teremos que substituí-lo, pois seu software será descontinuado.

Estes e outros problemas fazem cada vez mais parte do cotidiano corporativo. A Tecnologia da Informação está cada vez mais presente em nossas vidas, até onipresente, considerando o mundo corporativo. A área de Recursos Humanos naturalmente não escapou desta invasão. E ao que parece, até hoje não se adaptou por completo às mudanças trazidas.

O intuito deste artigo é dar início a uma discussão a respeito de tecnologia para RH e como incorporá-la de uma maneira eficaz e menos traumática. E para tal, serão levantados alguns temas principais que serão parcialmente tratados neste momento. Em artigos posteriores, eles serão analisados com mais detalhes, a saber:

•!concnbsp;Identificação de Necessidades
•!concnbsp;Processo de Aprovação junto à Gerência
•!concnbsp;Definição de Requisitos de Sistema
•!concnbsp;Integração de sistemas
•!concnbsp;Escolha de fornecedores
•!concnbsp;Processo decisório
•!concnbsp;Implantação
•!concnbsp;Gestão contínua
•!concnbsp;Suporte
•!concnbsp;Manutenção e Atualizações
•!concnbsp;Substituição de Fornecedor

Estes temas envolvem desde a identificação de uma necessidade de negócio e a percepção de que o uso da tecnologia pode auxiliar na sua consecução. O uso de tecnologia pode ser desde uma simples planilha Excel, um pequeno programa em Access ou um complexo Sistema de Informação. Uma vez identificada a necessidade, é preciso estruturá-la para que seja aprovado orçamento para sua aquisição, salvo exceções em que se pode resolver com algo existente.

Uma vez o projeto sendo definido e aprovado, é preciso dar um passo adiante, especificando com detalhes o que será de fato realizado. Nesta etapa, descrever todas as necessidades através de textos ou modelos facilita a compreensão e evita desentendimentos futuros !chvaexistem dezenas de processos e modelos para definição de requisitos de projetos!chvf. Em muitas das vezes, um produto já existente poderá ser a melhor opção e, para tal, será preciso confrontar os detalhes do que se deseja com o que existe no mercado. Este detalhamento pode ser tão mais elaborado quanto se deseja. E a prática demonstra que dedicar tempo a esta etapa poupa muitas dores de cabeça no futuro. Quanto mais claro para todas as partes quais são os requisitos do projeto, maiores as chances de alinhamento ao longo de todas as suas etapas.

Um aspecto muito importante é compreender se o novo sistema deverá interagir com outros sistemas existentes na empresa. No cenário complexo de TI que as empresas vivem hoje em dia, isto é quase uma regra: é preciso buscar ou enviar informações para outros sistemas. Ter uma equipe de TI ou especialistas que possam interagir com os responsáveis pelo projeto do novo sistema é fundamental, pois a redundância e descentralização de sistemas podem gerar custos excessivos e retrabalho no futuro.

O próximo passo é bem difícil: escolher fornecedores. A internet auxilia significativamente, mas participar de eventos, ler revistas especializadas e buscar consultores experientes ajuda bastante, sobretudo, para que se conheçam as opções existentes no mercado. E tendo estas opções disponíveis, deve-se dedicar tempo a conhecê-las, agendando reuniões e visualizando demonstrações com bastante dedicação.

O processo decisório pode ser complicado e quanto mais experiente a empresa for no levantamento de requisitos e gerência de processos de compra, maior será sua facilidade para ganhar tempo e eficiência nesta etapa. A criação de um documento detalhado da demanda e uma lista completa de requisitos auxiliará enormemente o processo decisório, eliminando fornecedores que não atendem por completo a sua necessidade.

O processo de implantação pode ser bastante traumático, pois existem diversas variáveis envolvidas: gerência de custos, recursos, cultura, mudança, informações, dentre outros. Os riscos de insucesso são grandes e o histórico de atrasos muito significativo. É uma etapa que exige pessoal capacitado engajado, por parte do fornecedor e da própria empresa. É assaz importante alinhar expectativas de ambas as partes e fazer um planejamento realista e detalhado.

Uma vez implantado o sistema, segue a etapa de continuidade, uso de suas funcionalidades. Esta etapa envolve a necessidade de treinar pessoas e interagir com o fornecedor para eventuais ajustes. Questões como SLA, documentação, facilidade de uso, operação assistida e plano de contingência devem ser levantadas para que se evitem problemas e perdas.

Durante o uso do sistema, uma questão fundamental é o suporte. Dependendo da criticidade do sistema, este precisará ser 24×7 !chvaisto é, atendimento a qualquer momento, 24 horas por dia, 7 dias na semana!chvf ou pode ser feito em horário comercial apenas, pode haver a necessidade de suporte global, em diversos idiomas, com pessoas presentes na empresa ou remotamente, etc.

O tempo de resposta do suporte deve ser adequado à necessidade da empresa. E esta deve preocupar-se em buscar parâmetros de mercado com relação às falhas do sistema e o tempo médio de resposta do fornecedor para repará-los.

Estes reparos podem ser feitos imediatamente, de tempos em tempos, apenas para um cliente ou para a toda a base de clientes, portanto, é preciso notar a política de Manutenção e Atualização, estando ciente de possíveis custos relacionados a este processo.

Por fim, ainda que dolorido, deve haver a preocupação sobre a possível substituição do fornecedor, quer seja por ter provido um serviço inadequado, por ter saído do mercado ou pela sua incapacidade de acompanhar a evolução tecnológica ou do negócio. O mercado de tecnologia avança muito rápido e escolher fornecedores capazes de acompanhar esta evolução é fundamental para reduzir os riscos do investimento realizado em TI.

Escrito por Leonardo Coelho.!concnbsp;

Fonte: RH Debates

http://www.rhdebates.net.br/artigos/20-espaco-do-conhecimento/1069-tecnologia-para-gestao-de-rh-um-guia-rapido-para-escolha-de-solucoes-introducao.html

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Lei de Compras Públicas será Divisor de Águas

Lei de Compras Públicas será Divisor de ÁguasA indústria brasileira vem perdendo uma série de oportunidades no que diz respeito ao desenvolvimento tecnológico. Um exemplo disso é a lei 12.349, que estabelece a preferência de produtos e serviços com tecnologia nacional nas licitações públicas.

O que deveria ser uma boa notícia torna-se uma batalha, pois a lei ainda não saiu do papel. Roberto Nicolsky, diretor geral da Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica !chvaProtec!chvf, acredita que a lei será um divisor de águas, estimulando a inovação e favorecendo a igualdade de condições da indústria instalada no País em relação aos produtos importados, beneficiados pelo câmbio.

Mas, enquanto o governo protela a sua regulamentação, “avança o processo de esvaziamento tecnológico das cadeias produtivas, provocado pela perda de competitividade”, afirma.
Diante dessa realidade, a décima edição do Encontro Nacional da Inovação Tecnológica !chvaEnitec!chvf, organizado pela Protec, produzirá uma carta de recomendações a ser entregue à presidência da República e ministérios competentes, expondo a gravidade do problema e apontando possíveis caminhos.

O objetivo do evento é avaliar as políticas em vigor e propor mecanismos eficazes para fomentar a inovação tecnológica na indústria nacional. Para debater essas questões, foram convidados para participar do Enitec, entre outras autoridades, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel; o presidente do BNDES, Luciano Coutinho; o secretário executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia, Antonio Luiz Elias Rodrigues; o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, e o presidente da FINEP, Glauco Arbix, e o presidente da Agência Brasileira para o Desenvolvimento Industrial !chvaABDI!chvf, Mauro Borges.

O tema central, “Déficit tecnológico e risco de desindustrialização”, será aprofundado com discussões sobre os índices de nacionalização que devem ser adotados para cada produto ou setor, já que a lei 12.349 estabelece, apenas, o limite máximo de 25% para as margens de preferência ao produto nacional nas licitações públicas. Nicolsky lembra que, pela lei, a preferência terá que ser fundamentada em estudos que levem em consideração a geração de emprego e renda, a arrecadação de tributos, o desenvolvimento e a inovação tecnológica realizados no Brasil, o custo adicional dos produtos e serviços, e uma análise retrospectiva de resultados.

Em sua avaliação, um dos setores beneficiados pela lei será a indústria de equipamentos para a saúde, em que as compras públicas respondem por 50% do faturamento, levando-se em conta as aquisições de hospitais públicos e conveniados ao Sistema Único de Saúde !chvaSUS!chvf, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios !chvaAbimo!chvf.

Histórico – A atuação política da Protec determinou as bases jurídicas para a formulação da lei 12.349, de 2010. Seis anos antes, a Protec começou a batalhar pela criação de um dispositivo na Lei de Inovação que garantisse a preferência, nas compras públicas, de empresas desenvolvedoras de tecnologia nacional. Inicialmente foi proposto um novo artigo, que, recusado, acabou por ser transformado no inciso IV no artigo 27, com apoio do autor da Lei de Inovação, o deputado federal Ricardo Zarattini. O segundo embate foi para pôr em prática esse instrumento. O laboratório público Farmanguinhos tem sido uma das poucas instituições a utilizá-lo, para a compra de antirretrovirais. A expectativa da Protec é que a nova lei encoraje outros órgãos a aplicar o mecanismo para favorecer o desenvolvimento tecnológico nacional.

Fonte: Revista Fator

http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=157569

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Os Níveis da Tecnologia no Gerenciamento dos Recursos Humanos

Os Níveis da Tecnologia no Gerenciamento dos Recursos Humanos
Visando aumentar a competitividade no mercado e alcançar a produtividade exigida hoje em dia, as empresas passam por estágios de amadurecimento de seus processos, ferramentas e tecnologias.

Na área de recursos humanos, esse cenário não é diferente. Apesar da adoção das tecnologias de RH por cada empresa variar de acordo com o ramo de atividade, o número de funcionários e sua distribuição física, é possível traçar um padrão para a sequência de adesão de tecnologias no dia a dia do RH.

Com exceção das microempresas, que optam por terceirizar a maior parte dessas necessidades, a primeira demanda automatizada são as que tratam das funcionalidades básicas, como folha de pagamento, funções contábeis, seleção de pessoas, administração de benefícios etc.
Softwares que automatizam essas obrigações são a porta de entrada para soluções mais avançadas, como os portais de autoatendimento, segundo nível na sequência de adoção de soluções pelo RH.

Esses portais de autoatendimento centralizam os serviços de RH em um único local e se tornam a ponte entre cada colaborador e o RH. A relação custo benefício da adoção desses portais aumenta na medida em que a empresa é mais descentralizada, já que facilita o processo de atendimento aos colaboradores.

Como resultado, os funcionários se tornam participantes ativos dos processos de RH, os gestores têm um canal para requisitar demandas aos recursos humanos e o RH recebe todas as solicitações de forma organizada e centralizada.

O terceiro nível de automatização se refere às ferramentas de Business Process Management !chvaBPM!chvf ou workflows. Com a adoção dessa tecnologia, os benefícios dos portais de autoatendimento passam a ser ainda maior, já que os funcionários e gestores se tornam participantes ativos dos processos de RH. O workflow permite que regras de negócio sejam embutidas e gerenciadas na própria execução do processo, além de admitir o registro do histórico e a extração de métricas para melhorias do mesmo. Todas essas ferramentas trabalham o nível operacional e de supervisão de RH.

Para iniciar com as demandas estratégicas, o próximo nível é adotar a ferramenta de Business Inteligence !chvaBI!chvf. Essa solução transforma dados em informações e gráficos, que permitem tomar decisões baseadas em indicadores. Novamente, a relação custo benefício aumenta de acordo com a complexidade de cada empresa.

Incorporando tendências

Não necessariamente na mesma escala, temos ferramentas que começam a influenciar a área de recursos humanos, como mobilidade, redes sociais, SaaS e Cloud Computing. Apesar de serem tendências muito fortes, ainda é um mercado pouco explorado, principalmente no Brasil. O uso das redes sociais pelo RH é muito promissor. Apesar de ainda haver resistência, principalmente por preocupações com segurança e produtividade do pessoal, algumas áreas, como recrutamento e seleção de pessoas, já começam a usufruir de benefícios.

A mobilidade é outra grande promessa que tem se tornado realidade, já que, integrada às demais ferramentas !chvaPortal, BPM, BI!chvf, irá facilitar e dinamizar o uso das mesmas. Assim como mobilidade e redes sociais, o cloud computing e a oferta de software como serviço !chvaSaaS!chvf, são ferramentas já maduras nos Estados Unidos, mas ainda em processo inicial no Brasil. Este modelo de oferta é uma nova opção no mercado, que não representa necessariamente um novo estágio na adoção de tecnologia, mas uma escolha estratégica que tem como principal benefício a ausência de uma infraestrutura tecnológica para suportar o aplicativo.

Diferente do que se imagina, SaaS e Cloud Computing não eliminam o serviço de implantação e treinamento dos usuários. A intenção é que o tempo e o desgaste com essas etapas sejam reduzidos, a partir da adoção de interfaces amigáveis e intuitivas.Nos dias de hoje, em que as tecnologias dispensam “manuais de instruções”, os clientes carecem dessa facilidade também em seu ambiente de trabalho. No entanto, o uso dessas novas ofertas e tecnologias não terá o mesmo efeito em toda empresa.

Para as micro e pequenas, que muitas vezes terceirizam todo esse aparato, acredito que continuará sendo mais viável o modelo atual. Mas, na medida em que a complexidade das empresas aumenta mais benefícios e praticidade elas terão ao percorrer todo esse caminho. O resultado será um RH moderno: com processos mapeados, com a confiabilidade das informações garantida, com autonomia do colaborador e com tempo para pensar estrategicamente.

Marcello Porto é gerente de produtos da LG Sistemas.

Fonte: Site Baguete
http://www.baguete.com.br/artigos/951/marcello-porto/28/02/2011/os-niveis-da-tecnologia-no-gerenciamento-dos-recursos-humanos

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A G2 Contabilidade marca presença no Encontro de Presidentes das Câmaras do Ceará

A G2 Contabilidade marca presença no Encontro de Presidentes das Câmaras do Ceará
Manoel Veras, novo presidente do Tribunal de Contas dos Municípios !chvaTCM-Ce!chvf, convidou os Presidentes das Câmaras do estado do Ceará para se reunirem no auditório do Conselho Regional de Contabilidade !chvaCRC-CE!chvf, na manhã do dia 4 de fevereiro de 2011, para discutir as atividades que serão realizadas pelo TCM durante o ano. Manoel também falou sobre sua gestão e seus critérios de fiscalização.

Além do convênio já firmado com a Universidade do Parlamento Cearense e da parceria com a União dos Vereadores do Ceará, o órgão inicia no dia 28 de fevereiro um curso de capacitação na área contábil voltado para os servidores efetivos de Prefeituras e Câmaras Municipais. Iniciativa esta apoiada por Acrísio Sena, presidente da Câmara Municipal de Fortaleza, que acredita na importância do trabalho das leis e licitações.

Cláudio Freitas, diretor comercial do GRUPO G2, ressaltou a importância do evento, uma vez que seus clientes tiveram a oportunidade de observar as mudanças a serem implantadas pelo TCM em 2011. “Atravessamos um momento de atualizações na contabilidade governamental, onde a mesma passará a seguir os moldes das empresas privadas, incluindo ao rol de demonstrativos contábeis, o de fluxo de caixa e o de resultados econômicos. Dessa forma, nós que somos profissionais, bem como os gestores e ordenadores de despesas, não devemos ficar fora desse processo de evolução de leis e normas, já que é necessário estarmos em sintonia com esse processo de mudanças’’, disse.

Cláudio também parabenizou a iniciativa do curso de capacitação, acreditando que o mesmo será um processo de educação para prevenção de mau uso dos recurso públicos, visto que os gestores e servidores municipais estarão mais preparados.

Fonte: null

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CGE divulga Relatório do Controle Interno sobre as Contas de Governo de 2010

CGE divulga Relatório do Controle Interno sobre as Contas de Governo de 2010
A Controladoria e Ouvidoria Geral do Estado !chvaCGE!chvf apresenta e disponibiliza on-line o Relatório do Controle Interno sobre as Contas Anuais de Governo Relativas ao Exercício de 2010. Desenvolvido pela Coordenadoria de Acompanhamento da Gestão !chvaCages!chvf da CGE, o relatório apresenta informações quanto aos instrumentos de planejamento, à execução orçamentária, aos demonstrativos contábeis, ao desempenho dos principais programas de governo e à gestão fiscal do Estado.

Um dos destaques do documento é o avanço dos indicadores de resultado dos programas de governo. Analisados nas diversas áreas de atuação do Estado, observa-se o incremento de movimentação de cargas no Porto de Pecém; aumento das famílias rurais beneficiadas com abastecimento d’água; acréscimo do programa rodoviário do Ceará.
!concnbsp;
Houve crescimento também nas áreas da educação e da saúde, com nota média de alfabetização dos alunos da rede pública do 2º ano do ensino fundamental – SPEACE – ALFA I; alunos matriculados na educação profissional em nível médio na rede estadual; aumento no número de consultas médicas e exames especializados.

O elevado número de acessos aos serviços e informações do governo pela internet também estão registrados no Relatório e fazem parte do quadro de avanços e melhorias da gestão do último ano. Em 2010, as consultas ao Portal da Transparência !chvawww.transparencia.ce.gov.br!chvf estão na ordem de 55.536, o que significa um aumento de 28% em relação a 2009, com 43.296 acessos.

Os dados revelam uma situação financeira favorável do Estado ao final do exercício de 2010, com o cumprimento dos indicadores fiscais e destaque para o nível “confortável” de endividamento.

Para ter acesso ao Relatório, acesse:

http://www.cge.ce.gov.br/categoria3/secon/paginas/relatorio-das-contas-anuais-de-governo

Fonte: Assessoria de Comunicação da Controladoria e Ouvidoria Geral !chvaCGE!chvf

http://www.ceara.gov.br/index.php/sala-de-imprensa/noticias/3195-cge-divulga-relatorio-do-controle-interno-sobre-as-contas-de-governo-de-2010

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Qual é a “cara” de um profissional de TI da segunda década do século XXI?

Qual é a “cara” de um profissional de TI da segunda década do século XXI?
No início, todos os sistemas eram customizados e ninguém sonhava que um único software padronizado seria capaz de atender toda e qualquer empresa. Aí surgiram o Windows, o ERP, o CRM e as redes TCP/IP. Interligações e projetos grandiosos disponibilizaram a nós a internet. Deixamos o Mainframe e sem perceber já estávamos nos anos 90, largamos os jalecos brancos e CPDs, fomos para as garagens criar e depois éramos especialistas que carregavam notebooks de três quilos e simplesmente taxados como Nerds. Tudo bem…

Depois chegamos ao ápice dos microcomputadores e da disponibilidade de ferramentas e recursos infinitos de BI e Comunicação. Uma época em que foram construídas os melhores e os mais confiáveis sistemas até então. Surgiram redes sociais, cloud computing, SaaS, Telefonia IP grátis com o Skype, serviços web do Google e finalmente o iPhone. O ano 2000 foi o mais avançado tecnologicamente na história da humanidade, desde a descoberta do fogo, da invenção da roda e do Pão de Forma fatiado.

Na ocasião, os usuários eram conhecidos como Geeks ou Nerds dos anos 2000, porém eram mais conhecidos como: aqueles que têm iPods, que conseguem baixar músicas da internet, que jogavam vídeo games e que tinham um Blog… Tudo bem! E o que nos reserva o futuro da computação pessoal e empresarial? A resposta é simples e pode ser dada com apenas uma palavra: Oportunidade.

Temos a oportunidade de vivenciar os avanços da tecnologia e usar nossas habilidades para melhorar a vida das pessoas, de criar e fazer coisas, de expandir horizontes e ultrapassar as fronteiras do conhecimento.

Muitas vezes nos confrontamos com desafios pessoais e profissionais que são verdadeiras barreiras, mas para nós !chvaNerds, Geeks ou hoje reconhecidos profissionais de TI!chvf, facilmente transponíveis usando a genialidade humana. Não falo de desenvolver softwares, de inventar dispositivos, de mapear processos e gerenciar conteúdos, digo que possuímos experiência e um arsenal tecnológico ao nosso dispor, que tal usar?

A questão é: vou usar, mas para quê? A sugestão é: Para tudo!
Conseguir um novo emprego! Caçar e contratar novos talentos para sua equipe! Manter o networking “bombando”, falando com amigos e amigos de seus amigos em qualquer lugar do planeta!!concnbsp;Usar o GPS do telefone para andar de carro pela cidade e achar o endereço, compartilhando sua localização!

A tecnologia, o conhecimento e tudo que está disponível são nossos aliados para sermos considerados profissionais antenados com o século XXI. Pessoas valorizam isso, empresas valorizam isso e nós, profissionais de TI, queremos estar perto de pessoas que valorizam essa realidade.

Quando consegui meu primeiro emprego, sabia programar em C e dominava o alfabeto binário. Lembro que na época o chefe do RH !chvadetesto a palavra RH, prefiro Departamento de Pessoas!chvf perguntou: “Você sabe passar fax e telex? Sabe datilografar? Isso é importante para quem quer trabalhar no CPD!”. Nessa hora entendi que ia ser complicado explicar que trocar a fita de uma impressora matricial era diferente de montar uma função… Mas eram outros tempos!

Gostamos de trocar ideias e de ter a oportunidade de compartilhar experiências com pessoas que sabem tirar proveito das facilidades que a tecnologia pode nos proporcionar. Isso mostra que um profissional é adaptável, inovador e disposto a enfrentar desafios, seja ao atender um telefone touch screen, andar pela cidade, viajar de carro usando um GPS para chegar num lugar desconhecido, falar no Skype usando o 3G de seu celular ou simplesmente tirar uma foto de seu filho pequeno na praia e encaminhar para o e-mail de sua mãe via smartphone.

O ponto não é onde estaremos e para onde irá a tecnologia, o ponto é aonde você quer chegar e estar no futuro. Não me refiro a ficar parado, e sim a caminhar sempre adiante. Estamos na segunda década do século XXI, é inconcebível que um profissional de TI não seja ativo em redes sociais !chvaLinkedIn ou Facebook!chvf, que não se abra no Twitter ou que não saiba a sensação de usar um verdadeiro Assistente Pessoal Tecnológico !chvaum Smartphone como o iPhone ou o BlackBerry!chvf.

É possível que alguém em sua próxima entrevista de emprego peça seu e-mail, o adicione no LinkedIn ou no Facebook, leia seus últimos posts no Twitter ou olhe para o seu telefone, caso alguém ligue na hora da entrevista. Não é só a imagem que você quer passar, mas é o tipo de profissional que as empresas querem contratar no século XXI. Todos buscam profissionais dinâmicos, atualizados e dispostos a inovar!

Pense nisso, revise seus conceitos de tecnologia, vida pessoal, desejos e vá em frente. Sucesso!

!concnbsp;

Fonte: Site Roberto Dias Duarte

http://www.robertodiasduarte.com.br/qual-e-a-%e2%80%9ccara%e2%80%9d-de-um-profissional-de-ti-da-segunda-decada-do-seculo-xxi/

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O Novo Empreendedorismo na Era do Conhecimento

O Novo Empreendedorismo na Era do Conhecimento
A história da humanidade é pontuada por episódios que deixaram marcas indeléveis na trajetória da sociedade. Muitas realizações do passado hoje se fazem presentes em nosso dia a dia, transformando o que antes soava como ficção, e até mesmo charlatanismo, em produto ou serviço essencial para boa parte das pessoas.

Há cerca de 100 anos, por exemplo, o pai da indústria automobilística, Henry Ford, introduziu o famoso conceito da linha de montagem – padronizando e simplificando tarefas –, algo fundamental para popularizar não só o uso do carro, mas também oferecer um modelo de procedimento, depois adotado por outros segmentos que acabariam conseguindo baratear seus custos com base na produção em massa.

Para viabilizar tais resultados, foi essencial inicialmente a eliminação dos movimentos “inúteis” para reduzir o tempo de produção, uma vez que o trabalho passou a ser entregue ao operário ao invés de o próprio trabalhador ter de buscá-lo. Além disso, a divisão sistemática das tarefas em pequenas etapas acabaria por dispensar a qualificação dessa mão de obra, outro significativo fator de barateamento altamente conveniente naquela ocasião.

Rememorar esses fatos torna-se importante neste início da segunda década do século 21, uma vez que as rápidas mudanças em curso – por suas características próprias – requerem novos paradigmas, frente ao pragmatismo que tanto marcou o século passado.

Neste novo e admirável mundo, o empreendedorismo passa a ter como base o domínio não apenas dos meios de produção, mas – fundamentalmente –das relações humanas ao seu redor, o que inclui desejos, angústias e muitas outras demandas.

Sob esta ótica, fica fácil entender a reviravolta sofrida pelo mercado de uma forma geral, passando a desprezar movimentos inúteis de inúmeras naturezas e exigir um novo DNA do profissional envolvido na missão de realizar tantos sonhos, agora de forma pró-ativa, com capacidade de liderança e aptidão, sobretudo, de empreender novos negócios em ambientes cada vez mais seletivos e de competição.

Foi assim que entrou em extinção o colaborador estático, passivamente à espera do trabalho a ser realizado, que antes chegava no formato ideal em suas mãos. Estudar o mínimo possível, apenas para ostentar e velho e bom diploma, é outro procedimento fadado a desaparecer num cenário como este, em constante mutação.

No campo da Ciência da Riqueza, os ícones da Nova Era do Conhecimento também se mostram inevitáveis, pois na ‘linha de produção contábil’, o insumo principal é a informação, tão necessária para a sobrevivência de qualquer empresa que acabou guindando o contador à condição de gestor, praticamente um parceiro do negócio.

Processada por meio do conhecimento técnico e científico, a informação é responsável direta por alimentar usuários não apenas gestores e empreendedores, mas também instituições financeiras, fisco, clientes e fornecedores, valendo-se de dados preciosos e dignos de serem tratados com todo o cuidado, para não cair em mãos erradas ou simplesmente se perderem por qualquer infortúnio.

Diante disso tudo, tanto os meios de produção das informações quanto os interesses dos usuários da contabilidade tornaram-se mais complexos e o contador, mais do que alguém que trabalha com números, passa a ser um profissional de quem o mínimo a esperar é a evolução permanente, capaz de realmente apontar caminhos para o progresso da empresa na qual ele atue internamente ou como terceiro.

A partir dessa nova visão do trabalho e a importância do valor por ele agregado, todos devem ser arrojados, notabilizando-se como seres pensantes – a exemplo de Ford – e muito menos operários, pois se no século 20 conhecimento era puramente técnico e científico, calcado na certeza das coisas, atualmente o que se vê é justamente o contrário.

Na Era do Conhecimento é impossível ter-se o controle de tudo, e vivemos todos mergulhados na incerteza de probabilidades e riscos, o que leva o mercado a buscar cada vez mais pessoas qualificadas, responsáveis, dotadas de conhecimento técnico e científico, bem como habilidade de comunicação.

Com a expansão da Tecnologia da Informação, torna-se essencial a troca dos conteúdos produzidos pelos sistemas de ERP entre as empresas !chvaB2B!chvf, na convivência delas com os governos !chvaB2G!chvf, mercado, clientes, parceiros, redes sociais e blogs, para citar alguns exemplos.
Empreender num ambiente assim nada mais é do que unir a capacidade de conviver com as inovações e ter sucesso ao gerar valor a partir daquilo que se conhece e dos relacionamentos que se tem.

Já os profissionais que insistirem em agir de forma simplista e cartesiana, fechados em si mesmos, tendem a ficar à margem da evolução não apenas diante de seus clientes e empregadores, mas principalmente das muitas possibilidades que se abrem hoje para quem realmente deseja empreender no !aspsBrasil 2.0!asps.

Fonte: Site Roberto Dias Duarte

http://www.robertodiasduarte.com.br/o-novo-empreendedorismo-na-era-do-conhecimento/

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Sistema Público de Escrituração Contábil – SPED

Sistema Público de Escrituração Contábil - SPED
O Sistema Público de Escrituração Contábil !chvaSPED!chvf surgiu da necessidade de integrar as informações prestadas pelos contribuintes com o fisco brasileiro.

O projeto, segundo especialistas, será uma das maiores revoluções digitais, no campo da contabilidade, já vistas no País. O SPED atua de forma integrada, inclusive com o compartilhamento de cadastro de informações fiscais na forma de lei ou de convênio.

As principais premissas do SPED são:

- empresários, sociedade empresária e contabilista usarão assinatura digital com certificação digital no padrão ICP-Brasil.

- a entrega do documento fiscal eletrônico será via internet !chvaon-line em condições normais ou off-line em caso de contingência!chvf.

- identificar dispositivos legais tanto na esfera comercial como na esfera fiscal para dar suporte jurídico às escriturações fiscal e contábil digitais bem como à Nota Fiscal Eletrônica – NF-e.

- ênfase na premissa de que o contribuinte é o responsável legal pela guarda dos arquivos digitais que conterão as escriturações.

A ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL DIGITAL !chvaECD!chvf

A Instrução Normativa 787/2007, de 19 de outubro de 2007, instituiu a Escrituração Contábil Digital !chvaECD!chvf que passou a ser obrigatória a determinadas pessoas jurídicas com relação aos fatos contábeis ocorridos já a partir de 1º de janeiro de 2008. A ECD foi instituída para fins fiscais e previdenciários e deverá ser transmitida pelas pessoas jurídicas a ela obrigadas, ao Sistema Público de Escrituração Digital !chvaSPED!chvf, e será considerada válida após a confirmação de recebimento do arquivo que a contém e, quando for o caso, após a autenticação pelos órgãos de registro.

Estão compreendidos nesta versão digital os livros: Diário, Razão, Balancetes Diários, Balanços, Fichas de Lançamento e Auxiliares, quando existirem, que deverão ser assinados digitalmente utilizando-se do e-CPF emitido por entidade credenciada à ICP-Brasil. São necessárias, no mínimo, duas assinaturas, portanto, dois certificados digitais: da pessoa física que, segundo os documentos arquivados na Junta Comercial, tiver poderes para a prática de tal ato e o contabilista.

A obrigatoriedade de entrega está inicialmente relacionada às pessoas jurídicas sujeitas ao acompanhamento econômico-tributário diferenciado, nos termos da Portaria RFB nº 11.211, de 7 de novembro de 2007, e tributadas pelo imposto de renda com base no lucro real.!concnbsp; Assim, ficam estas empresas obrigadas a utilizar a ECD para o tratamento dos dados relativos aos fatos ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2008, sendo que as demais empresas tributadas com base no lucro real tem a obrigatoriedade de utilização do sistema somente a partir de janeiro de 2009, ficando facultado a adesão à ECD para as demais pessoas jurídicas.

A boa notícia é que com a utilização da ECD, as empresas terão que apresentar as declarações relativas a tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil !chvaRFB!chvf de forma simplificada, com vistas a eliminar eventuais redundâncias de informação.
A ECD será transmitida anualmente ao SPED até o último dia útil do mês de junho do ano seguinte ao ano-calendário a que se refira a escrituração com a utilização do Programa Validador e Assinador !chvaPVA!chvf, especificamente desenvolvido para tal fim e que será disponibilizado na página da

Receita Federal na Internet.

A não apresentação da ECD até o último dia útil de junho do ano seguinte acarretará a aplicação de multa no valor de R$ 5.000,00 !chvacinco mil reais!chvf por mês-calendário ou fração. O contribuinte, portanto, deve ficar atento ao prazo de entrega da ECD, sob pena de ter que arcar com a elevada multa prevista na legislação em vigor.

Destaca-se que nos casos de extinção, cisão parcial, cisão total, fusão ou incorporação, a ECD deverá ser entregue pelas pessoas jurídicas extintas, cindidas, fusionadas, incorporadas e incorporadoras até o último dia útil do mês subseqüente ao do evento

As informações relativas à ECD, disponíveis no ambiente nacional do SPED, serão compartilhadas com os órgãos e entidades, no limite de suas respectivas competências e sem prejuízo da observância à legislação referente aos sigilos comercial, fiscal e bancário, e poderá ser feita de forma integral ou parcial.

Fonte: Portal de Contabilidade

http://www.portaldecontabilidade.com.br/noticias/sped.htm

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Gestão da Tecnologia da Informação

Gestão da Tecnologia da Informação
O ambiente empresarial está mudando continuamente, tornando-se mais complexo e menos previsível, e cada vez mais dependentes de informação e de toda a infra-estrutura tecnológica que permite o gerenciamento de enormes quantidades de dados. A tecnologia está gerando grandes transformações, que estão ocorrendo a nossa volta de forma ágil e sutil.

É uma variação com conseqüências fundamentais para o mundo empresarial, causando preocupação diária aos empresários e executivos das corporações, com o estágio do desenvolvimento tecnológico das empresas e/ou de seus processos internos. A convergência desta infra-estrutura tecnológica com as telecomunicações que aniquilou as distâncias, está determinando um novo perfil de produtos e de serviços.

Segundo Adriana Beal, “O principal benefício que a tecnologia da informação traz para as organizações é a sua capacidade de melhorar a qualidade e a disponibilidade de informações e conhecimentos importantes para a empresa, seus clientes e fornecedores. Os sistemas de informação mais modernos oferecem às empresas oportunidades sem precedentes para a melhoria dos processos internos e dos serviços prestados ao consumidor final.”

Ao ler um estudo de caso sobre as mudanças tecnológicas ocorridas na Água de Cheiro, me deparei com o seguinte comentário de um dos diretores: “A tecnologia traz a necessidade de mudança cultural e passa a exigir das pessoas a capacidade de reciclar seus conceitos e seus paradigmas. As pessoas não precisam mais saber gerar informação, pois a sua geração é automática. Precisam sim, saber usar a informação. Caso a empresa não tenha tempo nem recursos para investir em treinamento, torna-se necessário fazer uma reciclagem de quadro. “Tenta-se mudar as pessoas, mas, se precisar, muda-se de pessoas”.”

Este exemplo clarifica bem, como este novo cenário está afetando interesses, valores e rotinas há muito tempo cristalizadas em pessoas, eliminando tarefas, gerando desemprego, e exigindo aperfeiçoamento contínuo.

Na Água de Cheiro, eles reconhecem a importância crescente da TI e da rapidez como esta vem provocando mudanças de comportamento das sociedades. No entanto, admitem algumas limitações ao seu uso, dado a especificidade do seu negócio.

Cabe aqui uma consideração de Jacques Marcovith, “que quando se impõe limites à TI sem prévio estudo, caracteriza-se uma nociva desconsideração de tendências, onde a competição não estaria acontecendo apenas entre empresas, mas entre padrões ou comportamentos pouco convencionais”. Cabe a cada organização encontrar uma abordagem adequada às suas necessidades específicas em gestão da informação.
Outro esclarecimento fundamental, é que A TI e seus computadores não possuem “poderes mágicos” de resolver problemas de gestão, racionalizar processos ou aumentar a produtividade. Bill Gates em seu livro: A Estrada do Futuro, fez o seguinte comentário: “Diretores de empresas pequenas e grandes ficarão deslumbrados com as facilidades que a tecnologia da informação pode oferecer. Antes de investir, eles devem ter em mente que o computador é apenas um instrumento para ajudar a resolver problemas identificados. Ele não é, como às vezes as pessoas parecem esperar, uma mágica panacéia universal. Se ouço um dono de empresas dizer: “Estou perdendo dinheiro, é melhor comprar um computador”, digo-lhe para repensar sua estratégia antes de investir. A tecnologia, na melhor das hipóteses, irá adiar a necessidade de mudanças mais fundamentais. A primeira regra de qualquer tecnologia utilizada nos negócios é que a automação aplicada a uma operação eficiente aumenta a eficiência. A segunda é que a automação aplicada a uma operação ineficiente aum

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